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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Feliz natal pra nóis tudo.

Fiquei muito tempo afastado, sem postar. Tempo esse em que amigos meus colaboraram de maneira bastante carinhosa pra manter a casa em ordem e o blog ativo. Um grande abraço ao Roberto e à Lilim. Pessoas que não conheço pessoalmente, mas que se tornaram amigos especiais, e vez ou outra, davam aquela olhadinha aqui e deixavam alguma contribuição mais que especial para o blog. Abraços ao Arthur, companheiro de bobagens comigo. Mas a verdade é que gasto muito tempo fazendo posts com teor pesado, assuntos sérios, e agora, quero relaxar nesse, então:

Um felicíssimo natal à você, leitor que me prestigiou com sua presença, seus comentários, fossem incentivos ou puxões de orelha. E para comemorar, um vídeo que encontrei postado no blog Kosmus, de propriedade da Karline Batista. Divirta-se com essa  visão divertida e modernosa do nascimento de Cristo. Creia você ou não em Deus, Seja Católico, protestante, umbandista ou muçulmano. Judeu, budista, induista ou ateu, tudo o que desejo, é um fim de ano melhor que o do ano passado, e pior que o do ano que vem. Um ano melhor que o outro, e assim seguindo a vida.



Pela vida, por justiça, e por Direitos Humanos. Sempre.

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Educação com gibis. Por que não?

Depois daquele post sobre o Batman de Adam West, resolvi voltar falando de HQ's, e por motivos deveras simples. Histórias em quadrinhos são ótimas ferramentas de alfabetização, e creio que deveriam ser utilizadas com mais freqüência em salas de aula. Você não vai dar um Grande Sertão Veredas a um gurizinho de 7 anos. Mas que mal tem dar um super-herói pra ele? É uma forma de fazer ele se alfabetizar sem que perceba isso. Mas vamos filtrar as coisas, capicce? Eu não daria um gibi do Justiceiro a um rapazinho de 9 anos, por motivos óbvios, mas também não quero fazer como o livro Sedução dos Inocentes, de Fredric Wertham, que criou uma caça às bruxas injusta contra os quadrinhos, atribuindo a eles a culpa sobre a delinquência juvenil. Daí vou dar tratos à bola, e falar tanto dos heróis bacanas para as crianças, quanto aqueles que não colam bem. Não por serem "ruins", mas por exigirem maturidade maior para que o infante abstraia que aquilo é apenas fantasia, com caráter de entretenimento puro e simples. Outra coisa que também é válido mencionar, é que é recomendável que vocês, pais, leiam as revistas antes de entregarem a seus filhos, assim tem certeza do conteúdo que estão transmitindo, e também, é uma ótima porta de entrada para que seus assuntos possam ser mais produtivos. Discute a historinha do gibi, o infantes se desinibe e  Vamos lá?

Obs: A lista vai ser subdividida segundo meus critérios pessoais, mas se seu filho te encher o saco e começar com um "Dá uma revista do LOBO, pai, dá uma revista do LOBO, pai, dá uma revista do LOBO, pai!", a melhor forma de julgar a viabilidade da leitura de maneira imparcial é comprando e lendo

Obs2: Antes que os chatos de óculos fundo de garrafa me encham o saco avisando que errei ou simplifiquei demais determinada descrição, aviso que embora seja um fissurado por quadrinhos, não sou tão íntimo de todos os gibis mencionados, e simplifico sim, por que a resenha atende a minha visão sobre sua aplicabilidade na educação infanto-juvenil, por isso, se alguém vier me torrar a paciência, já fica minha resposta, procura na wikipédia com seu wireless e aproveita pra ir cagar com o notebook no colo.


Heróis show de Bola para crianças:

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Coletânea de imagens sobre Direitos Humanos...

Enquanto meu próximo artigo não sai do forno, resolvi fazer um drops com algumas imagens temáticas sobre Direitos Humanos. Post perfeito para quem não tem a menor paciência, lê umas duas ou três linhas depois do título, depois se diverte desenhos. Tais imagens coloco mais por serem emblemáticas quanto à luta, algumas são espetáculares, outras nem tanto, mas todas levam em conta como único objetivo divulgar os Direitos Humanos inalienáveis do Cidadão.
Veja e divirta-se.













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sábado, 24 de julho de 2010

Não quero a Copa e não tomo Coca:

A Coca patrocina a Copa, que por sua vez vende muita Coca pra ser consumida na Copa(de casa). 

Que cabeçalho imbecil só pra falar que não quero a Copa no Brasil de jeito nenhum.


Já expliquei em outro post, o Farra de Grana e Esporte, sobre os cu$tos da execução da Copa do Mundo em solo pátrio, e a faraônica verba nem chega perto da verba destinada às olimpíadas. Cinco Bilhões. Acho que vou morrer sem ver uma grana dessas, mesmo acertando na Mega-Sena da Virada.


Mas como sabemos, Cinco Bilhões são a projeção inicial, e como bem lembramos, os jogos Pan-Americanos, que foram orçados em "meros" quatrocentos milhõezinhos, custaram dez vezes esse valor. O que será que vai acontecer com a Copa então? Será que vai ser superfaturado a esse ponto o evento? Será que as Olimpíadas serão? "Mas o Lula disse que terá transparência nos gastos do evento no dia que divulgaram o escrotíssimo logo da Copa", você me diz, crédulo leitor. O discurso é diferente daquele dos jogos Pan-Americanos? E se acha que é piada minha, vejamos o seguinte: 

Segundo o Processo Nº58701000725201061, será gasta a bagatela de R$1.457.400,00 com a "claríssimo" objetivo de executar...

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Direitos Humanos e a Campanha #VOLTASCOLARI

Sendo bastante honesto, o post não tem nada a ver com Direitos Humanos, só puz o título pra poder manter meus antigos leitores, atrair novos leitores, e de quebra, mais seguidores no Twitter, e Leitores de Feed, huahua... Poderia falar de ganhos sociais com o esporte para dar uma mascarada nessa derrapada minha, mas pra que mentir. É um post safado sobre futebol num blog que não deveria ter nada a ver com futebol. Sendo assim, vou promover a campanha de Hashtags no Twitter, o #VOLTASCOLARI. Males de ser um militante de Direitos Humanos apaixonado por futebol.

Entenda por que quero o Scolari:

Começou a temporada de caça aos vilões, e Dunga já foi eleito o maior vilão pela mídia, e Felipe Melo considerado um assecla do complô de desclassificação. Que viagem, brasileiro tem uma mania de achar que se perdeu, deve ser mutreta. É impressionante, ninguém entende que é possível ter jogado mal, ou que o adversário tenha jogado melhor.

A proprietária da Auto Escola que eu frequento diz que o jogo do Brasil foi perdido por que eram 10 contra 12. Mas venhamos e convenhamos, acha honestamente que foi isso? Dunga fez o que sabia. Sabia ser o

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sábado, 26 de junho de 2010

Campanha Dia sem Globo comentada e com seus efeitos.

Muito se falou sobre a campanha #DIASEMGLOBO, #CALABOCAGALVÃO e #CALA A BOCA TADEU SCMIDT. A Cala a boca Galvão começou como uma piada, que ganhou proporções globais depois que o Galvão foi tuitado como um passaro raro, e que cada Retuíte resultaria em uma doação para a proteção desse animalzinho em vias de extinção. Boa pegadinha.

Mas e as outras duas? A Globo queria uma exclusiva com os jogadores da Seleção, Ricardo Teixeira topou, Dunga não deixou. Alex Escobar ligou, Tadeu Shmidt reclamou, e a globo queria, mas a FIFA não puniu. Nunca gostei do Dunga, pessoalmente acho que treinadores brasileiros de verdade são o Scolari e o Luxemburgo, mas como todo mundo, tirei minha bandana do Manowar em reverência a ele. Ele peitou a Globo, mestres em alienação massificada, coniventes com a ditadura e bagaças afins. Daí a opinião pública não entendeu o por que de espernearem pedindo liberdade de imprensa. E não mencionarem esse pormenor, que foi o estopim da confusão. Preferiram colocar a cereja do bolo, que foram os impropérios do Dunga, como

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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Discurso de O Grande Ditador - Chaplin

Passei um tempo sem postar em virtude de uma viagem. De volta à ativa, resolvi publicar esse que é um dos mais belos textos que já li. O discurso final de "O Grande Ditador". Clássico de Charles Chaplin de envergadura comparável à maior obra prima do cinema mudo, "O Garoto", também dele. O grande ditador já pertence a uma época falada, e Chaplin, nesse filme interpreta tanto Hinkel, em uma paródia perfeita de Hitler. quanto um humilde barbeiro (Carlitos), confundido com ele e convidado para executar um discurso em uma rádio. O texto é belíssimo, mas sem mais delongas, fique com ele, e caso não tenha paciência pra ler esse texto longo, ao fim dele, consta o vídeo legendado do momento em que Carlitos confundido com Hitler faz o discurso descrito aqui:

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Que saudades da inocência

Ganhei essa semana de um amigo, um presente que me deixou muito feliz. Um dvd com episódios do seriado do Batman com Adam West. Se não consegue se lembrar, é aquele seriado dos anos 60, com um Batman gordinho. O que isso tem a ver com Direitos Humanos? Já já vai entender. Ele me presenteou por que sabe o quanto sou viciado em cultura pop e coisas Thrash (definição para coisas feitas sem verba e propositalmente mal feitas. Se não teve contato com esse universo, recomendo o filme Ed Wood, do Tim Burton, onde ele conta a trajetória desse excêntrico cineasta e pincela muito bem como é a cultura thrash. Além de Planeta Terror, do Robert Rodriguez e Tarantino, que se assume como "Orgulhosamente Thrash"). Vendo os episódios e matando as saudades de minha infância, notei que aquele era o período do Batman defensor de Direitos Humanos. Pérolas de verborragia como "Para que objetivos nefastos aquele vil criminoso quer a rebimboca da parafuseta, Batman?" além das exclamações magistrais do Robin como "Santos pneus, Batman!" eram misturadas com palavras de esperança do Homem Morcego dizendo crer e desejar a ressocialização dos vilões de Gotham, além de acreditar na existência de uma consciência neles.

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