Mostrando postagens com marcador homossexualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homossexualidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de junho de 2011

Juiz anula casamento

Contrariando o Supremo Tribunal Federal um juiz anula casamento de homossexuais.
A que ponto chegamos,
Os juizes que deveriam dar exemplo de respeito a lei,são os primeiros a afrontar a lei.
E o pior;amparados unicamente pelos seus preconceitos.
É de lamentar tal atitude.



Juiz anula união estável de casal homosexual em Goiânia
Para o magistrado, o ato contraria a Constituição, que limita a família à convivência entre homem e mulher


Um juiz de Goiânia decidiu contrariar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de permitir o casamento,leia-se união estável,entre homossexuais e anulou um contrato assinado por um dos primeiros casais gays do Brasil a formalizarem a união. Em uma decisão de ofício, o magistrado da 1º Vara da Fazenda Pública do estado, Jeronymo Pedro Villas Boas, decidiu que o casamento de duas pessoas do mesmo sexo não é válido, já que a Constituição fala em famílias formadas por homens e mulheres. Para formalizar o enfrentamento, o juiz ainda determinou que nenhum cartório da cidade escriture a declaração desse tipo de união. A decisão já provocou reações em diferentes órgãos. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deve entrar hoje com uma ação no Tribunal de Justiça do estado contra a anulação.

Continue lendo...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Adoção por homossexuais, o que tem demais?

Adiei o quanto pude essa postagem, por que acho que toco no ponto mais polêmico da legalização do enlace homoafetivo. Já falei em outros posts com todas as letras o porque de eu defender o casamento homo, e em outras oportunidades prometi falar sobre a adoção por um casal homoafetivo. Prá simplificar as coisas vou atrelar o artigo antigo ao novo e exemplificar motivos e justificativas, sempre tentando ser 100% racional. Vamos lá e o que quer que saia, será isso mesmo:

Continue lendo...

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Defensores de Direitos Humanos? Que piada:

Muito me intrigam pessoas que se dizem defensoras de Direitos Humanos, e no frigir dos Ovos, trabalham como ativistas dos direitos de determinada minoria, a minoria a qual pertencem:

"Defende Direitos Humanos?"
"Sim."
"Atua de que forma?"
"Milito na causa feminista".
"E tu?"
"Trabalho em defesa dos homossexuais."
"Você?"
"Ativista dos direitos dos negros."
"E são militantes de Direitos Humanos?"
"Sim, uai".

Que grande piada, sendo bem franco. Milito em favor de Direitos Humanos, mas os Direitos Humanos somente da classe a qual pertenço diretamente. Então as demais classes não são seres humanos, ou não se encontram em postura de serem orientadas e protegidas? Por que?

"Danilo, entenda o contexto, negros, mulheres e homossexuais por exemplo, são vítimas históricas de abuso, e isso se reflete hoje em dia na qualidade de vida deles".

Não questiono isso, oras. Imagino o quanto cada uma dessas minorias deve passar, mas não faço idéia do por que se dizer militante de Direitos Humanos, e segregar todo o restante em função do grupo a qual pertence, inclusive esperneando pra conseguir privilégios que outras castas da sociedade não tem, bradando de ódio quando determinada desigualdade é corrigida reequilibrando o jogo.

Continue lendo...

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Por que nos importamos tanto com casamento gay?

Em certas ocasiões, em discussões sobre o casamento homo-afetivo, os argumentos contra que ouço, são coisas pra chorar e sair correndo. Enquanto lhes restam argumentos, os detratores desse anseio gay mantem a compostura, quando faltam, ouço pérolas do tipo:
"A sociedade não é obrigada a aceitar isso."
"Você deve estar comendo outro homem ou, o que é "pior", dando pra ele, Danilo."

Teve um mais original que até hoje estou na peleja pra compreender:
"Com certeza, você está melhor sozinho."

O que tem de tão mal no casamento gay, pra início de conversa? Se ser homossexual não é crime, e ninguém diz que é errado ser homossexual (Que isso, sou livre de preconceitos), mas quando falamos de casamento gay, a resposta não é tão óbvia, e quando falamos de adoção por gays, volta a ser óbvia, mas caminhando em lado oposto, com gente esperneando contra (isso vira tema de outro post), por que negar a validação jurídica de um estado emocional que determinado casal está vivendo? Não peço que aceitem a união religiosa deles. Se quiserem, participem de uma das muitas denominações que toleram, e algumas até incentivam o ato. Mas negar algo que deveria ser legalizado a todos? Toco nesse assunto por aspectos puramente legais. Basta imaginar a cena e tentar discordar de mim, quando dou uma de vidente e profetizo o desfecho que cá entre nós, seria dantesco e injusto em todas as suas variáveis possíveis e previsíveis. Veja só:

Continue lendo...

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Militares entre plumas e paetês

Antes de começarmos o artigo, quem não teve oportunidade, veja este vídeo:


Curioso, não acha? Militares americanos no afeganistão fazendo sua versão de Telephone, de Lady Gaga e Beyonceé.

Esse vídeo "sensual" me lembra uma discussão polêmica. Homossexuais, podem, ou devem ser incorporados às forças armadas? Pense bem antes de responder, independente de achar que devem, ou não ser incorporados. Enquanto pensa nisso, vou passar minhas impressões sobre o assunto:

A algum tempo acompanho discussões, em que moralistas rechaçam a possibilidade e acham que seria ridículo a presença de homossexuais nas Forças Armadas. Nessas mesmas discussões, vejo pessoas que impõem essa presença em função de participarmos de um estado democrático. E aí, vejo alguns que considero mais inteligentes, que adotam um discurso comedido. Faço parte desse último grupo.

Raciocine comigo. Por que cargas d'água imporíamos a presença de determinado grupo nas forças militares? Também imagine algum argumento pratico para que essa mesma pessoa venha a ser proibida de exercer a profissão.

É o suficiente isso. Normalmente, argumentos proibicionistas, tem mais um carater moral, e a meu ver extremamente anti-ético. Lembro que em uma dessas discussões, li de um dos postulantes, a frase perfeita para endossar meu discurso meio a meio, que foi mais ou menos assim: Somente um depravado ficaria policiando o que uma pessoa faz ou deixa de fazer na cama com outra. O que motivou esse assunto, na época, foram denúncias de que dois soldados do exército tinham sido pegos com a mão na massa. O caso foi muito comédia. Daí os moralistas de plantão sapatearam em torno da proibição da presença de gays no exército, como se homossexualidade fosse doença contagiosa. Era muito louco ver a discussão:

"Um exército com gays? Nunca vou aceitar isso."(?)
Por outro lado:
"O público GLBTT deve figurar nas Forças Armadas".(??)

Deus do céu, isso faz tanta diferença?

Presta o concurso quem quer. Ou vai me dizer que chega um tenente na hora do exame físico com uma prancheta e pergunta:
"Você é gay?"

Resumindo, o código de posturas já proíbe relacionamentos em ambiente de trabalho/treinamento, e isso é mais do que suficiente pra se punir engraçadinhos. Se preocupar se esse relacionamento é gay ou não, é coisa voyeurs.

Em breve, quando eu estiver mais inspirado, discutimos o casamento gay.

Continue lendo...